em cada dia que fujo
do amor
há um sol que me viola,
porque o brilho que arde, lá fora,
canta com voz forte:
"suas histórias de cigano
não passam do fim do ano
não vão enganar a morte"
e cada dia que fujo
é dor
porque uma vitrola muda me mastiga
numa canção que é minha
e de alma tão antiga:
"seus lamentos de marujo
não passam desse bar
não vão chegar ao mar."
6 de maio de 2009
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humm gostei! tocante
ResponderExcluirFica até difícil adjetivar uma "coisa" (como todo respeito) dessas quando a gente vê. Bravo!!
ResponderExcluircom*
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